Entre todas as nossas invenções, nenhuma chegou tão perto de simular o espírito humano quanto a inteligência artificial. O que nasceu como uma ferramenta de extensão das nossas capacidades tornou-se um agente que opera sobre a vida, a morte e, principalmente, sobre a nossa imaginação. No livro “Seremos dados: a filosofia da perda do espaço humano para a inteligência artificial”, o escritor Marcus Bruzzo desmonta as promessas da tecnologia e discute o risco de renunciarmos a nossa imaginação.
Em entrevista ao nosso Podcast, além de falar sobre sua história como pesquisador e comentar a proposta do livro, Marcus Bruzzo afirma que a Inteligência Artificial é um acidente histórico que provoca assombro e explica por que algumas funções no mercado de trabalho, de fato, correm risco.

